Rádio

terça-feira, 21 de junho de 2011

Daniel Berg (1884-1963)


Daniel Hogberg, conhecido no Brasil como Daniel Berg, nasceu em 19 de abril de 1884, na pequena cidade de Vargon, na Suécia, ás margens do lago de Vernern. Quando recém-nascido, o padre da cidade visitou inúmeras vezes a casa de seus pais para convence-los a batizá-lo, mas nada conseguiu. Por isso, desde criança, Daniel era mal visto pelo padre, que, desprestigiado, passou a dizer que a criança que não fosse batizada por ele jamais sairia de Vargon. "já naquele tempo pude observar a desvantagem e o perigo de um povo ter uma fé dirigida, sem liberdade. Religião que dominava minha cidadezinha e a redores impossibilitava as almas de terem um encontro com Deus" , conta o pioneiro em suas memórias.

Quando o evangelho começou a entrar nos lares de Vargon, seus pais, Gustav Vernern Hogberg e Fredrika Hogberg, o receberam e engessaram na igreja Batista. Logo procuraram educar o filho segundo os princípios cristãos. Em 1899, Daniel converteu-se e foi batizado nas águas.

Em 1902, aos 18 anos, pouco antes do início da primara nórdica, deixou seu país. Embarcou a 5 de março de 1902, no porto báltico de Gothemburgo, no navio M. S. Romeu, com destino aos Estados Unidos. "Como tantos outros haviam feito antes de mim", frisava. O motivo a grande depressão financeira que dominava a Suécia naquele ano.

Em 25 de março de 1902, Daniel desembarcou em Boston. No Novo Mundo, sonhava, como tantos outros de sua época em realizar-se profissionalmente. Mas Deus tinha um plano diferente e especial para sua vida.

De Boston, viajou para Providence, Rhode Island, para se encontrar com amigos suecos, que lhes conseguiram um emprego numa fazenda. Permaneceu nos Estados Unidos por sete anos, onde se especializou como fundidor. Com saudades do lar, retornou à cidade natal, onde o tempo parecia parado. Nada havia se modificado, Só seu melhor amigo, companheiro de infância, não morava mais ali. "vive em uma cidade próxima, onde prega o evangelho", explicou sua mãe.

Logo chegou ao seu conhecimento que seu amigo recebera o batismo no Espírito Santo, coisa nova para sua família. A mãe do amigo insistiu para que Daniel o visitasse. Aceitou o convite. No caminho, estudou as passagens bíblicas onde se baseava a "nova doutrina". Chegando à igreja do amigo, encontrou-o pregando. Sentou e prestou atenção na mensagem. Após o culto conversaram longamente sobre a nova doutrina. Daniel demonstrou ser favorável. Em seguida, despediu-se e partiu, sua intenção não era permanente na Suécia, mas retornar à América, do Norte.

Em 1909, após despedir-se dos pais, em meio à viagem de retorno aos Estados Unidos, Daniel orou com insistência a Deus, pedindo o batismo no Espírito Santo. Como não estava preocupado como da primeira vez, posto que já conhecia os EUA, canalizou toda sua atenção à sua busca da benção. Ao aproximar-se das plagas norte-americanas, sua oração foi respondida.

A partir de então, sua vida mudou. Daniel passou a pregar mais a Palavra de Deus e a contar testemunho a todos.

Ainda em 1909, por ocasião de uma conferência em Chicago, Daniel encontrou-se com o pastor batista Gunnar Vingren, que também fora batizado no Espírito Santo. Os dois conversaram haras sobre as convicções que tinham uma chamada missionária. Quanto mais dialogavam, mais suas chamadas eram fortalecidas.

Quando Vingren estava em South Bend, Daniel Berg estava trabalhando numa quitanda em Chicago, quando o Espírito Santo mandou que se mudasse para South Bend. Berg abandonou seu emprego e foi até lá, onde encontrou Vingren pastoreando a Igreja Batista dali. "Irmão Gunnar, Jesus ordenou-me que eu viesse me encontrar com o irmão para juntos louvarmos o seu Nome", disse Berg. "Esta bem!", respondeu Vingren com singeleza. Passaram, então, a encontrarem-se diariamente para estudar as Escrituras e orar juntos, esperando uma orientação de Deus.

Após a revelação divina dada ao irmão Olof Uldin de que o lugar para onde deveriam ir era o Pará, no Brasil, Daniel Berg, contra a vontade dos seus patrões, abandonou o emprego. Eles argumentaram: "Aqui você pode pregar o evangelho também, Daniel; não precisa sair de Chicago". Mas ele estava convicto da chamada não voltou atrás.

Ao se despedir, Berg recebeu de seu patrão uma bolacha e uma banana. Essa era uma tradição antiga nos Estados Unidos. Simbolizava o desejo de que jamais faltasse alimento para pessoa que recebesse a oferta. Esse gesto serviu de consolo para Berg, que em seguida partiu com Vingren para Nova York, e de lá para o Brasil em um navio.

No Pará, Daniel, que logo se empregou como caldeireiro e fundidor na companhia Port of Pará, recebendo salário de doze mil reis, passou a custear as aulas de português ministradas a Vingren por um professor particular. No fim do dia, Vingren ensinava o que aprendera a Daniel. Justamente por isso Berg nunca aprendeu bem a língua portuguesa. O dinheiro que sobrava era usado na compra de Bíblias.

Tão logo começou a se fazer entender na língua portuguesa, passou a evangelizar nas cidades e vilas ao longo da estrada de ferro Belém-Bragança, enquanto Vingren cuidava do trabalho recém-nascido na capital. Como o evangelho era desconhecido no interior do Pará, Berg se tornou o pioneiro da evangelização na região. É que as igrejas evangélicas existentes na época não tinham recursos suficientes para promover a evangelização no interior.

Após a evangelização de Bragança, tornou também o pioneiro na evangelização na Ilha de Marajó, onde peregrinou por muitos anos, abordos de pequenas e grandes canoas. Berg ia de ilha em ilha, levando a mensagem bíblica aos pequenos grupos evangélicos que iam se formando por onde passavam.

No início de 1920, Daniel visitou a Suécia onde se enamorou com a jovem Sara, com quem se casou, em julho daquele ano. Em março de 1921, retornou ao Brasil acompanhado com sua esposa.

Em 1927, o casal Berg mudou-se para São Paulo, onde Daniel continuou fazendo o seu trabalho de evangelismo.

Daniel Berg sempre foi muito humilde e simples. Em sua pregações e diálogos sempre demonstrou essas virtudes. Ninguém o via irritado ou desanimado. Sempre que surgia algum problema, estas eram suas palavras: "Jesus é bom. Ele salva, batiza no Espírito Santo e cura os enfermos. Ele faz tudo por nós. Glória a Jesus! Aleluia!".

No Ano de Ouro das Assembléias de Deus no Brasil, comemorado em Belém, Berg estava lá, inalterado, enquanto os irmãos faziam referência à sua atuação no início da obra. Para ele, a glória era única e exclusivamente para Jesus. Berg considerava-se apenas um instrumento de Deus.

Nas comemorações do Jubileu no Rio de Janeiro, no maracanãzinho, quando o pastor Paulo Leivas Macalão colocou em sua lapela uma medalha de ouro, Berg externou visivelmente em seu rosto a idéia de que não merecia tal honra.

Até 1960, Berg recebeu, diretamente de Deus, a cura de suas enfermidades mediante a oração da fé. Em 1963, foi hospitalizado na Suécia. Mesmo assim, ainda trabalhando para o Senhor. Ele saia da enfermaria para distribuir folhetos e orar pelos que se decidiam. A disciplina interna do hospital não lhe permitia fazer aquilo, por isso uma enfermeira foi designada para impor-lhe a proibição. Porém, ao deparar-se com o homem de Deus alquebrado pelo peso dos anos, mas vigoroso em sua tarefa espiritual, não teve coragem e desistiu da tarefa. Berg, então, continuou a oferecer literaturas.

Finalmente, em 1963, aos 79 anos, Daniel Berg passou a descansar nas moradas celestiais. Quando a morte chegou, encontrou-o sorridente e feliz. Ele então não temeu. Seu tesouro estava guardado.

Fonte: Gospel Home Page
Agradecimentos: Felipe


Carreata do Dia do Centenário leva 15 mil às ruas de Belém


A manhã de sábado (18) foi de muita emoção para os evangélicos que celebraram um dos momentos mais simbólicos e especiais da grande comemoração do Centenário da Assembleia de Deus: a chegada dos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren. A data marcou a comemoração dos 100 anos do movimento pentecostal, que nasceu na capital paraense com a fundação da Igreja Assembleia de Deus no dia 18 de junho de 1911.

Para receber os membros da igreja que encenavam os pioneiros, centenas de fiéis se concentraram na Escadinha do Cais do Porto, ao lado da Estação das Docas, aguardando a chegada da embarcação “Saint Clement”, que aportou no cais por volta das 9h. Ao som da banda de música Nova Jerusalém, o grupo que desembarcou do navio foi recebido calorosamente pelos fiéis.

“É muita emoção poder relembrar a chegada dos missionários, estar aqui prestando essa homenagem e recebendo os irmãos que vem de fora”, diz emocionada a pedagoga e teóloga da Assembleia de Deus, Franciane Pantoja. O casal Joab Castro e Selma de Lima acompanhou a chegada do barco vestidos com roupa de época, uma forma de prestar homenagem a um momento que, segundo eles, jamais se repetirá em suas vidas. “Além de ser uma época bonita em que as pessoas se vestiam, achamos que seria a melhor forma de homenagear nossos fundadores”, conta Joab. “Somos evangélicos desde criança. Cem anos são cem anos”, comenta a esposa Selma aos risos. Após a chegada da embarcação, os fundadores do movimento pentecostal seguiram junto com os evangélicos em carreata pelas principais avenidas de Belém.

De acordo com a coordenação do evento, cerca de cinco mil veículos participaram da carreata, também acompanhada por 15 mil pessoas que se encerrou no Centenário Centro de Convenções, na avenida Augusto Montenegro.

(Diário do Pará)

Centenária e irradiadora de fé pelo mundo


Centenário da AD em Belém-PA


Cem anos. Por qualquer ângulo que se olhe é necessária uma constatação. Não é qualquer instituição que consegue chegar a essa marca. Há um século a Assembleia de Deus iniciava, por Belém, um caminho de evangelização pentecostal que se espalhou pelo mundo inteiro. Por ser descentralizada e ter um princípio de aceitação das diferenças, a igreja é uma das que mais crescem no Brasil e em outros países. Só em Belém são quase 500 templos. Todos eles estarão empenhados em celebrar o centenário da Assembleia de Deus.

Chegar aos 100 anos talvez não passasse totalmente pela cabeça dos dois fundadores da Assembleia de Deus, os dois missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, que saíram de Los Angeles e Chicago, nos Estados Unidos, no início do século 20, para fundar no Brasil aquela que hoje é uma das maiores igrejas do mundo, com mais de 20 milhões de membros. Os dois chegaram a Belém no dia 19 de novembro de 1910.

Tiveram dificuldade em superar a barreira do idioma e ainda sofreram com a falta de recursos financeiros, pois, além de serem pobres, não eram mantidos por nenhuma junta missionária. No início, Berg e Vingren participavam de cultos em igrejas protestantes cantando hinos em sueco. Quando passaram a entender o idioma local, passaram a pregar em português.

No início, a doutrina pregada por eles foi assimilada por uns e rejeitada por outros. Seis meses depois de terem chegado a Belém é que Vingren foi convidado para dirigir um culto de oração. Agradou. Outras reuniões de oração foram realizadas em casas de pessoas que aceitaram a evangelização feita por ele. No dia 8 de junho de 1911, a irmã Celina Albuquerque foi a primeira a ser batizada. No dia seguinte, a irmã Maria de Nazaré de Araújo também foi batizada.

A nova mensagem pentecostal levou a direção da Igreja Batista a uma tomada de posição. Em uma reunião extraordinária, foi solicitado que todos os que estivessem de acordo com a nova doutrina se manifestassem. Dezenove pessoas, a maioria, levantaram-se. O grupo foi excluído pela minoria presente. Os que foram desligados da Igreja Batista passaram a reunir-se em um salão na Rua Siqueira Mendes, na Cidade Velha. No dia 18 de junho de 1911, por deliberação unânime, foi fundada a Missão de Fé Apostólica, posteriormente denominada de Assembleia de Deus.

Desde 1997, a Assembleia de Deus em Belém tem como líder o pastor Samuel Câmara, que preside a diretoria da igreja. A organização dos trabalhos em Belém é feita através de 34 coordenações, que abrangem todos os templos da cidade. A igreja possui Conselho Fiscal constituído, bem como assessorias nas áreas jurídica, administrativa, social, eventos e comunicação.

Hoje, a Assembleia de Deus está presente em 176 países de todos os continentes e congrega quase 10 milhões de pessoas em todos os estados brasileiros. Só no Pará, são 700 mil membros, em 4.500 templos. É a maior “denominação” da comunidade cristã evangélica do país.

Fonte: http://www.diarioonline.com.br - (Diário do Pará)

Uma história de superação, pioneirismo e fé


CENTENÁRIO DA ASSEMBLEIA DE DEUS

Foram os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg que deram início à história da Assembleia de Deus no Pará. Os dois aportaram em Belém no dia 19 de novembro de 1910. Vinham dos Estados Unidos. Já eram membros ativos da Igreja Batista em terras norte-americanas. Começaram em Belém frequentando a mesma igreja, mas traziam também a doutrina do batismo no Espírito Santo, o fenômeno conhecido como glossolalia, que consiste em falar línguas estranhas sob a influência do espírito, algo que já vinha sendo testemunhado em alguns templos nos Estados Unidos.

Essas características acabaram por dividir opiniões na capital paraense. Houve quem aderisse e houve quem rejeitasse. O radicalismo de alguns, no entanto, fez com que, em duas assembleias, os adeptos do novo pentecostalismo fossem desligados.

O que poderia ser o fim foi apenas um começo. No dia 18 de junho de 1911, os fiéis afastados fundaram uma nova igreja. A princípio, batizaram-na de Missão da Fé Apostólica, um nome já utilizado em Los Angeles, embora sem maiores vínculos com a americana.

Foi Celina de Albuquerque, oficialmente a primeira pessoa a ser batizada na nova igreja, quem abrigou os primeiros cultos da recém-criada doutrina evangélica. O nome Assembleia de Deus só foi adotado no dia 18 de janeiro de 1918, uma sugestão do pioneiro Gunnar Vingren, seguindo uma ideia de quatro anos antes, quando surgiram igrejas com essa denominação nos Estados Unidos.

Do Pará, a igreja espalhou-se Brasil afora. Primeiro pelo Amazonas, depois seguindo para o Nordeste. Em 1922, chegou ao Sudeste do país, por intermédio de retirantes paraenses. “A Assembleia de Deus não é uma igreja metropolitana. Ela não está só onde está o resultado econômico. É importante dizer isso, porque ela é maior do que os indivíduos. Eu sirvo agora, mas outros serviram antes de mim e outros servirão depois. Não temos centralização de qualquer forma, seja política ou econômica. A autonomia da igreja está acima de qualquer órgão”, resume o pastor Samuel Câmara, atual presidente da Assembleia de Deus no Pará.

Fonte: http://www.diarioonline.com.br - (Diário do Pará)

CENTENÁRIO DA AD


CENTENÁRIO

Belém (PA), 14 de fevereiro de 2011.

Estamos vivendo um grande momento da comunidade evangélica do Pará e do Brasil. A Assembleia de Deus em Belém, no Pará e no Brasil, comemora o ano do seu Centenário de fundação, cuja festividade principal dar-se-á no período de 16 a 18 de junho próximo, em Belém, e estender-se-á até junho de 2012.
Desde a sua fundação, a Igreja tem servido à sociedade com muitas ações de natureza spiritual e social, possibilitando a milhares de pessoas uma nova oportunidade de ida e servindo como esteio para a inclusão social de muitos. Em razão de sua presença e contribuição para o bem comum da sociedade, contamos com o apoio e mobilização e diversos setores da sociedade, inclusive das principais autoridades públicas para a realização do evento.
A Igreja, nascida em Belém, comprovadamente, é a maior comunidade evangélica em elém, no Pará, no Brasil, e está presente em 176 países. Para celebração em grande stilo, estamos construindo o Centro de Convenções do Centenário com capacidade de 20 mil pessoas, além de um Museu Nacional para abrilhantar a cultura do nosso povo.
O Centenário marcará indelevelmente o calendário e a história de Belém e a volta de ossa cidade para o centro das atenções do Brasil. O objetivo da celebração, além de gradecer a Deus pelos 100 anos de êxitos, é posicionar Belém e a Amazônia como palco do nascimento deste fenomenal movimento sociorreligioso, oferecendo uma rogramação ampla, variada e impactante, tanto para o público interno como para toda a sociedade.
Ao participar conosco apoiando esta celebração, sua marca estará ligada a um mpreendimento vitorioso de um século de duração e receberá o reconhecimento da multidão que será alcançada pelo evento, bem como ampliará o leque de alcance junto os consumidores e formadores de opinião.

Respeitosamente,

Samuel Câmara
Pastor da Assembleia de Deus em Belém

Rumo ao Centenário!

MAIO

Dia 28 - Sábado

18h - Inauguração do Centro de Convenções
JUNHO
Dia 04 - Sábado
13h - Encontro de Corais de Mulheres • Templo Central
Dia 08 - Quarta
08h - Centenário da 1ª pessoa Batizada com o Espírito Santo • Templo Central
Dia 11 - Sábado
08h - Encontro Nacional de Líderes do Centenário • Hangar
Dia 13 e 14 - Segunda e Terça
08h - Convenção Estadual do Centenário • Local a definir
Dia 16 - Quinta
8h às 12h - Impacto Pentecostal, Mensagens e Louvores • Centro de Convenções do Centenário
18h - Culto no Estádio • Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão)
Dia 17 - Sexta
8h às 12h - Impacto Pentecostal, Mensagens e Louvores • Centro de Convenções do Centenário
18h - Culto no Estádio • Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão)
Dia 18 - Sábado
8h - Marcha do Dia do Centenário • Escadinha - Chegada e Trajeto de Berg e Vingren
18h - Culto no Estádio • Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão)
Dia 19 - Domingo
9h - Batismo do Centenário • Praia Grande (Outeiro)
19h - Culto • Templo Central
Dia 20 - Segunda
18h - Culto • Centro de Convenções do Centenário

O Berço em Belém.
Na virada do século XX, surge em várias partes do mundo e nos Estados Unidos o movimento denominado pentecostal, que difundia uma renovação dos moldes pregados pelas igrejas radicionais por meio do batismo com o Espírito Santo.
Contagiados por esta doutrina, ois jovens missionários suecos residentes nos Estados Unidos, Daniel Berg e Gunnar Vingren, receberam como missão pregar o evangelho em uma terra distante e desconhecida, hamada Pará. Foi então que partiram rumo a Belém, onde desembarcaram no dia 19 de novembro de 1910.
Inicialmente, se integraram à Primeira Igreja Batista do Pará, localizada na Rua João Balbi. Porém, sentiram a necessidade de tomar um novo rumo.

A Missão
Desvinculado da Igreja Batista, o pequeno grupo pioneiro liderado pelos missionários ficou sem lugar para reunir. Foi então que o casal Henrique e Celina Albuquerque ofereceu a ala de sua casa, na Rua Siqueira Mendes, para o início de uma das maiores obras pentecostais do último século.
E no domingo, 18 de junho de 1911, na sala do casal lbuquerque, surge uma nova igreja inicialmente chamada Missão da Fé Apostólica. Somente após sete anos de sua fundação foi denominada Assembleia de Deus.

O Templo
As reuniões na Rua Siqueira Mendes duraram cerca de três meses. Depois, para facilitar o acesso, a igreja mudou-se para a residência de José Batista de Carvalho, na ua São Jerônimo (atual Avenida Governador José Malcher).
Somente em 8 de novembro de 1914 os membros passaram a se reunir em seu primeiro templo livre, situado na Travessa Nove de Janeiro. Ali ficaram até 30 de outubro de 926, quando o pastor Samuel Nyström transferiu a sede da igreja para a Travessa 14 de Março, antigo nº 759. Nesse mesmo local, o pastor Firmino Gouveia inaugurou o tual Templo Central da Assembleia de Deus em Belém no dia 23 de abril de 1988.

Fé sem Fronteiras
Paralela à obra desenvolvida em Belém, a igreja caminhava a passos largos para a sua expansão, com cultos públicos em vários lugares, orações pelos enfermos e batismos com o Espírito Santo. A ilha do Marajó, onde os missionários estiveram apenas um mês após o desembarque em Belém, transformou-se num dos mais ricos berços do ovimento Pentecostal Brasileiro.
Começando pelos municípios arredores, o evangelho pentecostal espalhou-se por todo o Estado do Pará. Assim, enquanto Gunnar Vingren cuidava da igreja em Belém, Daniel Berg e um grupo que se formava saiu espalhando a mensagem por lugares como Bragança, Vigia, Timboteua, São Luís do Pará, Capanema, Quatipuru, Bonito, rimavera e Tauari.
O crescimento fenomenal da Assembleia de Deus está ligado diretamente ao trabalho dos leigos. Desde o início, a igreja valorizou o trabalho dos membros. Isso levou a ensagem pentecostal para os lares, praças e ruas. Fez a igreja entrar nas prisões, hospitais e prédios públicos. Cada fiel da igreja tornou-se um evangelista. Não emorou muito, e alguns desses homens e mulheres estavam cruzando as fronteiras do Pará.
Os resultados deram à igreja pentecostal a dimensão que hoje vemos. O rápido rescimento exigiu novos líderes e norteou a expansão da nova igreja.

Comemorações Inesquecíveis
A cada ano, a Assembleia de Deus em Belém, no Pará e no Brasil comemora sua existência com uma grande festa. Algumas festas foram marcantes, como o Jubileu e Ouro, em 1961, quando a igreja comemorou meio século de existência. Na ocasião, estiveram presentes o missionário fundador Daniel Berg e o missionário Ivar Vingren, filho do missionário Gunnar Vingren, já falecido na época. A festa do Jubileu não foi apenas local. Em diversas cidades brasileiras essa data histórica foi igualmente festejada. Nesse período, os pentecostais brasileiros eram estimados em cerca de um milhão de pessoas.
Já em 2001, a igreja celebrou seus 90 anos de bem sucedida história. As comemorações oficiais começaram com uma marcha (com aproximadamente 100 mil pessoas) pela cidade de Belém.





Junho de 2011. A Assembleia de Deus receberá pessoas de todas as partes do mundo, que participarão dos eventos comemorativos deste período que será simbólico para a capital do Estado do Pará. Uma extensa programação vai ser promovida em Belém, reunindo cerca de 300 mil pessoas, visitantes e moradores.
São aguardadas caravanas que se hospedarão nos hotéis e em casas de famílias; que circularão pelas ruas de Belém; que frequentarão os lugares que são referências da história e cultura locais; que encontrarão o acolhimento necessário para festejar. A expectativa é que a rotina da cidade se transforme.
Abrindo a agenda das comemorações pelo centenário está a inauguração do Centro de Convenções do Centenário, no dia 28 de maio, um presente da Assembleia de Deus para a cidade-berço da igreja. Com capacidade para 20 mil pessoas, está em construção numa área de 40 mil metros quadros, localizada próximo ao Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, que também será palco de parte da programação do Centenário.
Durante os dias 16 a 18 de junho, os eventos se concentrarão durante o dia no Centro de Convenções e, à noite, no Mangueirão.
Nos três dias, haverá cultos especiais com o evangelista Reinhard Bonnke, a missionária Helena Raquel e o pastor Silas Malafaia, além de pregadores nacionais e
internacionais que participarão desse momento único.

Culto de Ações de Graças pelo Centenário das Assembleias de Deus reúne 20 mil fiéis


O culto de ações de graça pelas comemorações dos 100 anos da Assembleia de Deus no Brasil foi realizado na segunda, 20, no Centenário Centro de Convenções em Belém do Pará e reuniu cerca de 20 mil pessoas.

O culto foi comandado pelo pastor Samuel Câmara, presidente Igreja-mãe, e teve a participação do Grupo Celebrai e das cantoras Alessandra Prado e Mary Monteiro, entre outras atrações.

Na ocasião o pastor lembrou das comemorações que aconteceram nos dias 16, 17 e 18 no Estádio Mangueirão e também lançou uma campanha para modernizar a TV Boas Novas que transmitiu ao vivo toda a programação do Centenário para 22 capitais e 90 cidades do país.

As comemorações do Centenário custaram cerca de R$ 25 milhões, incluindo a construção do Centro de Convenções que tem 13 mil metros quadrados. A programação teve início na última quinta-feira (16), com a inauguração dos três símbolos que marcaram o evento: o Museu da Assembleia de Deus, na rua João Diogo; a avenida Centenário (antiga Dalcídio Jurandir); e a inauguração do Centro de Convenções.

Fonte: Gospel Prime

CMB realiza sessão especial em homenagem ao Centenário da Assembleia de Deus


Em homenagem aos cem anos da Assembleia de Deus, a Câmara Municipal de Belém realizou uma sessão especial na manhã desta quarta-feira(15), por solicitação do vereador Iran Moraes. Durante a sessão, foram prestadas várias homenagens aos evangélicos, e em especial aos familiares dos fundadores da Assembleia no Estado que estiveram presente.

O evento contou com a participação do coordenador da Belemtur, Wady Khayat, que representou o prefeito Duciomar Costa, o presidente da Assembleia de Deus em Belém, Pastor Samuel Câmara, o Pastor emérito da Assembleia de Deus, Firmino Gouveia, entre outras autoridades da Igreja e vereadores da CMB.

Durante a sessão especial os netos dos fundadores da Assembleia de Deus em Belém foram homenageados com títulos de “Cidadão de Belém”, em nome dos seus avôs. “Sinto-me honrado em receber essa homenagem. Meu avô trouxe pra Belém um movimento muito importante, que trouxe felicidade para muitas pessoas. E hoje, mesmo depois de muito tempo, vejo que Deus permaneceu com a sua obra. A Igreja tem influenciado a sociedade de forma positiva. Sinto-me feliz de fazer parte dessa história e de ter meu avô lembrado nesse evento”, disse Rolando Vingren, neto de Gunnar Vingren.

Wady Khayat falou da importância da Igreja na cidade e prestou uma homenagem em nome do prefeito, que não pode comparecer ao evento. “As homenagens feitas pela prefeitura são mais que justas aos 100 anos de comemoração da Assembleia de Deus, que tem levado o nome da nossa cidade para todos os lugares do Brasil. Uma semente que foi plantada e germinada de forma positiva, também homenageando Belém”, disse Khayat, que terminou o seu discurso usando o trecho de uma música cantada pelo grupo Giová Nissí: “A ordem é para marchar e não recuar, portanto, povo de Deus, avante”.

Por fim, o coordenador da Belemtur anunciou a mudança de nome da Av. Dalcídio Jurandir, que passará a se chamar Av. Centenário da Assembleia de Deus, de acordo com a Lei nº 8.808, de 4 de maio de 2011. Outra homenagem à Assembleia de Deus foi o nome dado ao elevado da Av. Júlio César: Daniel Berg.

O pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém, agradeceu às homenagens. “Foram tantas as homenagens feitas durante o aniversário da Igreja, em tantos Estados, mas nenhuma tem o gostinho da homenagem da CMB, nossa casa, nosso lar. Essa geração que começou com duas pessoas e hoje são milhões de brasileiros, me deixa muito feliz. Sinto-me orgulhoso de ser o oitavo forasteiro que leva adiante a palavra de Deus”, disse Samuel.

História – Em 1910 desembarcavam em Belém os suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, com objetivo de pregar o evangelho no Pará. Após um ano na capital paraense, pregando a mensagem pentecostal, eles fundaram, no dia 18 de junho de 1911, a Missão da Fé Apostólica, que sete anos depois foi registrada como Igreja Assembleia de Deus. E para comemorar os 100 anos de história no Pará, o vereador Iram Moraes solicitou uma sessão especial na Câmara Municipal de Belém (CMB).

Fonte: http://inpara.com.br/portal/?p=628

programação do Centenário da Assembleia de Deus


Comemorações do Centenário promovidos pela Igreja-mãe acontecem de 16 à 19 de junho em Belém

Começam nesta quinta-feira as programações especiais para comemorar os 100 anos da Assembleia de Deus no Brasil. Na cidade de Belém do Pará, onde tudo começou, haverá uma série de eventos.

A começar pela inauguração, que acontece no dia 16, do Museu Nacional da Assembleia de Deus, que contará com um rico acervo literário, peças sacras, fotografias, instrumentos de trabalho e objetos pessoais das personalidades que participaram da construção dessa memória. O prédio foi totalmente restaurado e a fachada é uma réplica da casa da irmã Celina Albuquerque, na Cidade Velha, onde aconteceram as primeiras reuniões dos fundadores da Igreja, Gunnar Vingren e Daniel Berg.

Ainda na quinta-feira acontecerá abertura oficial da Avenida do Centenário, trecho que liga a Avenida Júlio César à Avenida Augusto Montenegro. O nome da via foi mudado por uma homologação assinada em 17 de maio pelo prefeito de Belém, Duciomar Costa.

Também será inaugurado o Centenário Centro de Convenções, maior obra ligada aos 100 anos da Igreja, abre as portas às 10h, do mesmo dia 16. E à noite, às 19h, será realizada a primeira grande concentração no Estádio do Mangueirão, que terá shows e cultos especiais.

Na sexta-feira, 17, às 8h, o Centenário Centro de Convenções recebe o Impacto Pentecostal. O evento reforçará a onda de avivamento que se tornou a Igreja em todo o mundo. À noite, novamente, os fieis se reunirão no Estádio do Mangueirão, para louvar a Deus por meio dos cultos e das apresentações musicais.

No sábado, 18, a Carreata do Centenário reunirá mais de 200 mil pessoas, inclusive de outras religiões. A concentração será a partir das 8h, na Escadinha do Cais do Porto, ao lado da Estação das Docas, região portuária da capital paraense. Antes da saída dos veículos e trio elétrico, haverá uma encenação teatral que reproduzirá o desembarque dos fundadores da Assembleia de Deus, em Belém. No Mangueirão, a partir das 19h, será realizada a última noite de cultos e shows, com emoção especial já que é no dia 18 de junho que se completam os exatos 100 anos de fundação da Igreja.

Para o dia 19, está programado o Batismo do Centenário, na praia Grande, em Outeiro. São aguardadas cerca de cinco mil pessoas, a serem batizadas na Assembleia de Deus.

A Assembleia de Deus do Belém pretende reunir cerca de 500 mil pessoas durante essas programações, parte delas virá de municípios paraenses, de outros estados brasileiros e de vários países.

Fonte: Gospel Prime

Avenida Centenário da Assembleia de Deus


Belém ganha uma avenida que homenageia o Centenário das Assembleias de Deus

Prefeito sanciona a mudança do nome da Avenida como parte das comemorações

O prefeito da cidade de Belém (PA), Duciomar Costa, sancionou nesta terça-feira, 17, a homologação da Avenida Centenário, uma homenagem a comemoração dos 100 anos da Igreja Assembleia de Deus.

O ato aconteceu no Centenário Centro de Convenções e contou com a participação de mais de 80 pessoas entre vereadores municipais, o pastor Samuel Câmara (presidente da Assembleia de Deus em Belém) e demais membros da Igreja.

A lei altera o nome da antiga Avenida Dalcínio Jurandir – que liga as avenidas Júlio Cezar e Augusto Montenegro – para avenida Centenário da Assembleia de Deus. O projeto de lei foi aprovado por unanimidade em abril pelos vereadores da Câmara Municipal de Belém.

Na ocasião Duciomar Costa ressaltou a importância da Assembleia de Deus não só para a comunidade cristã evangélica, mas para a sociedade em geral, já que a Igreja nasceu em solos paraenses e se disseminou por mais 176 países, firmando-se como um patrimônio histórico e cultural de Belém.

“É um orgulho fazer parte dessa história e a avenida Centenário é mais uma prova de que aos olhos de Deus nada é impossível. Sempre digo que quando Deus quer, o homem sonha e a obra nasce. O projeto de lei da avenida, o Centro de Convenções e a inauguração do Museu Nacional da Assembleia de Deus são exemplos disso. É uma honra para mim e para toda a Câmara Municipal sancionar essa lei hoje, neste lugar abençoado”, afirmou o prefeito de Belém.

Emocionado, o pastor Samuel Câmara agradeceu ao prefeito e aos vereadores pela aprovação da lei e disse estar satisfeito por ter alcançado mais um dos desafios do Centenário: “É muito gratificante receber todos esses presentes no ano do Centenário da nossa Igreja, pois no ano passado fomos questionados pelas autoridades religiosas do país e do Estado se Belém teria infraestrutura para sediar essa festa. Hoje, comprovamos que é possível e só Deus poderia realizar tudo isso. Foi Ele quem escolheu esse local para ser o berço da Assembleia de Deus e não podia nos deixar de fora da comemoração dos 100 anos de fundação da Igreja. É uma vitória de todos nós”.

Fonte: www.gospelprime.com.br

O Museu da Assembleia de Deus em Belém


O Museu Histórico Nacional da Assembleia de Deus foi fundado em 27 de dezembro de 1994, como parte das comemorações dos 25 anos de ministério do pastor Firmino Gouveia. Tem como patrono o presbítero Nilson Lustosa da Rocha, que por muitos anos liderou o setor de patrimônio da igreja em Belém e preocupou-se em preservar objetos e documentos.

Desde sua criação, a Sala de Exposição do Museu funciona no andar térreo do Templo Central da Assembleia de Deus em Belém do Pará. Recebe anualmente milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do Exterior.

Por sua posição de vanguarda no Movimento Pentecostal, o Museu Histórico Nacional detém um riquíssimo acervo. São objetos, documentos e fotografias, que registram com emoção e fé a extraordinária obra iniciada no Norte do País.

Somando-se à espetacular coleção de atas, mais de cinco mil fotografias,Bíblias, livros contábeis que remontam a um século de história, temos o Museu Contextual. A céu aberto, compreende os pontos históricos de Belém que têm vínculo direto com a origem das Assembleias de Deus no Brasil.

Agora, por ocasião do Centenário, o Museu passou a funcionar também como referência em estudos da obra pentecostal brasileira. Por essa razão, seu nome foi alterado para Museu Histórico Nacional e Centro de Pesquisas da Assembleia de Deus. Brevemente, ocupará uma grande área, compreendendo setores de curadoria, biblioteca, apoio pedagógico e amplas salas de exposição.

Idealizado por Ester Gouveia, para funcionar no espaço da antiga livraria da igreja, o Museu teve ainda a colaboração dos pastores Sales Batista e Edes Monteiro, missionára Mariuza Vady e Graça Luz, nesse começo. Desde 2009, o Museu tem a supervisão do escritor Rui Raiol.

Fonte: http://www.museuassembleiadedeus.com.br/

Museu Histórico Nacional da Assembleia de Deus


Museu Histórico Nacional da Assembleia de Deus

Como primeira parte da programação oficial do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil, foi inaugurado dia 16 de junho de 2011, às 8h, o Museu Nacional da Assembleia de Deus. Apesar do horário, uma multidão compareceu ao evento, entre irmãos e autoridades civis e religiosas.
O pastor Rui Raiol, diretor do Museu, dirigiu o cerimonial, falando na abertura sobre a importância do Museu para a igreja e todo o Brasil. Em seguida, o pastor Samuel Câmara agradeceu a presença de todos, disse algumas palavras, e orou. Esta parte do evento aconteceu na frente do Museu.
Em seguida, o pastor Samuel descerrou a placa de inauguração, juntamente com o pastor Firmino Gouveia e o prefeito de Belém, Dulciomar Costa. Após esse ato, o pastor da Igreja-mãe procedeu à abertura da "Exposição Geração do Centenário – Memórias da nossa Fé".
O público ficou incontido quando adentrou a visitação. Em sete espaços, o Museu Nacional conta a história do movimento pentecostal brasileiro. O pastor Firmino Gouveia foi às lágrimas. E, com ele, quem estava perto.
Com um acervo riquíssimo, que inclui documentos originais dos primeiros pastores e crentes, o Museu é uma jóia que Deus reservou para esta geração. Fotografias. Objetos litúrgicos, alguns trazidos da Suécia. Bíblia do Século XVII, autografada por Antônio Mendes Garcia, um dos fundadores da Missão da Fé Apostólica. Galeria a óleo dos principais líderes nacionais. Linha do Tempo. Dez belos painéis históricos. Um mundo de riqueza.
Centenas de pessoas já passaram pela exposição. A expectativa é que dezenas de milhares visitem o espaço, cujo prédio é uma réplica da casa de Celina Albuquerque, primeira pentecostal brasileira.
A celebração do Centenário se estendeu até o dia 18. Belém ficou transbordando de visitantes e alegria pelo que Deus fez neste século.



quinta-feira, 2 de junho de 2011

Evangélicos e católicos se unem contra criminalização da homofobia


Deputados e senadores da Frente Parlamentar Evangélica, da bancada católica, da Frente Parlamentar da Família e lideranças evangélicas se uniram, nesta quarta-feira, no Congresso Nacional, para protestar contra a aprovação do projeto de lei que criminaliza a homofobia. Eles também defendem a aprovação de projeto de decreto legislativo que suspende decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Os integrantes das frentes entregaram ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), um manifesto com mais de 1 milhão de assinaturas de pessoas contrárias à aprovação do projeto que criminaliza a homofobia. Segundo o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), o projeto que criminaliza a homofobia é inconstitucional. A proposta já foi aprovada pela Câmara e está tramitando no Senado desde 2006.

Na Câmara, os representantes das frentes e os religiosos se reuniram com o segundo vice-presidente da Casa, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), para pedir prioridade à tramitação do decreto legislativo que suspende a decisão do STF que reconheceu a união homoafetiva. De acordo com João Campos, é preciso apoio dos parlamentares e também a pressão da sociedade para a aprovação do decreto sustando a decisão do Supremo.

O pastor Silas Malafaia criticou a decisão do Supremo de reconhecer a união homoafetiva. “Nesse caso quem legisla é a Câmara e o Senado. O Supremo não tem competência de mudar o Artigo 226, Paragrafo 3º [da Constituição]. Tá claro lá, o que é entidade familiar: um homem e uma mulher. Se querem mudar isso, os grupos sociais que têm interesse devem discutir aqui nesta casa de lei os seus interesses para, democraticamente, ou vencerem ou serem vencidos.”

Segundo o pastor, cerca de 40 ou 50 mil pessoas estiveram em frente ao Congresso Nacional para se manifestarem contra a aprovação do projeto que criminaliza a homofobia e em defesa da aprovação do decreto legislativo que susta a decisão do Supremo que reconheceu a união homoafetiva. Durante boa parte do dia, os religiosos protestaram em frente ao Parlamento. Vários parlamentares da Frente Evangélica participaram das manifestações com os religiosos.

As informações são da Agência Brasil

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Igrejas evangélicas estão buscando se regularizar junto aos órgãos municipais


Em Manaus, 90% das igrejas evangélicas foram construídas sem projeto básico e hoje buscam regularização junto aos órgãos municipais , informou o responsável pela regularização dos templos na Ordem dos Ministros Evangélicos do Amazonas (Omeam), Edivanildo Gomes.

A Omeam estima que exista no Amazonas mais de 5 mil templos evangélicos, sendo cerca de 3 mil na capital e as demais localizadas em cidades do interior do Estado. Apenas os templos pertencentes à Igreja Assembleia de Deus somam mais de 900 locais de congregação.

Em todo o Amazonas, são 870 mil de evangélicos, sendo cerca de 630 mil concentrados na capital, de acordo com estimativa da Omeam.

Segundo Gomes, há uma burocracia muito grande para regulamentação nos órgãos públicos especialmente em relação à documentação de propriedade. “Acompanho processos que foram dados entrada ainda em 1993 e que, até hoje, não tiveram seus projetos básicos aprovados. Por isso, muitas destas igrejas são erguidas em forma de mutirão para dar mais celeridade a sua instalação”, ressaltou.

As principais irregularidades verificadas em relação às igrejas evangélicas dizem respeito à regulamentação da documentação do terreno e do imóvel, pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). “O maior entrave é mesmo na regulamentação dos terrenos, porque muitas igrejas foram construídas em áreas de invasões e os moradores da localidade não possuem título definitivo de terras”, avalia Gomes.

O vice-presidente da Omeam, Sadi Caldas, explicou que a cidade de Manaus foi erguida sem planejamento e, segundo ele, este é o principal motivo da falta de regulamentação. “Todos os pastores das igrejas evangélicas estão se esforçando ao máximo para colocar toda a documentação em dia e esperamos em pouco tempo termos sanado estas irregularidades”, frisou.

Além da falta de documentação relativo à questão fundiária das instituições e a documentação obrigatória quanto à situação dos terrenos, algumas igrejas evangélicas ainda apresentam carência do ponto de vista estrutural, aponta o pastor da Igreja Quadrangular, José R. Soares. “Muitas vezes isto acontece devido carências das igrejas especialmente da periferia da cidade, como falta de cobertura nas garagens, falta de passarela para deficientes e poucos banheiros, nada que comprometa a segurança dos fiéis”.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Pr. Silas Malafaia critica cantores evangélicos

Malafaia criticou Ana Paula Valadão, Aline Barros, Fernanda Brum e André Valadão,por omissão na votação do STF que aprovou a união gay no país.
Após convocar os cristãos a enviarem emails para os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal que votariam na ação que reconhece a união entre casais do mesmo sexo como uma "entidade familiar", o
pastor Silas Malafaia causa rebuliço no Twitter ao cobrar cantores e personalidades evangélicas pela omissão em não apoiá-lo nesta causa.


Em sua página no microblog, Malafaia disparou mensagens afirmando que os homossexuais deitaram e rolaram nas redes sociais ao comemorar a quase aprovação da união homoafetiva no Brasil.


Os tweets que foram enviados para Ana Paula Valadão, Aline Barros, Fernanda Brum e André Valadão continham o seguinte texto: “ Obrigado pela omissão de vcs em não rtt p/ conclamar o povo de Deus a pressionar os ministros do STF num assunto q é fundamental q favorece os homossexuais. Se twitter é para mostrar agenda e fotos, é melhor acabar pq não presta pra nada.”


Ana Paula Valadão responde acusação de Silas Malafaia




Em sua página no Twitter, Silas Malafaia disparou mensagens para diversos cantores evangélicos afirmando que os homossexuais deitaram e rolaram nas redes sociais ao comemorar a quase aprovação da união homoafetiva no Brasil e cobrando pela omissão deles em apoiá-lo nesta causa.
A líder do ministério Diante do Trono, Ana Paula Valadão, foi uma das personalidades evangélicas que Malafaia escreveu dizendo: “ Obrigado pela omissão de vcs em não rtt p/ conclamar o povo de Deus a pressionar os ministros do STF num assunto q é fundamental q favorece os homossexuais. Se twitter é para mostrar agenda e fotos, é melhor acabar pq não presta pra nada.”


Ao ler a mensagem do pastor Ana Paula escreveu em sua página pessoal do microblog: “ Tive a tristeza de ler alguns twittes q citam meu nome com acusações e julgamentos. É verdade, cada um dará contas de si mesmo a Deus, e de cada palavra que proferimos. Lamento por algumas partes do Corpo de Cristo quw se acham no direito dw acusar outros por não agirem como eles sentem que Deus os chamou para agir. Eu só posso dizer o que eu sinto que Deus quer que eu diga..Avivamento, a volta de uma pessoa ou de uma nação para Deus e Seus princípios, a meu ver não é algo que aconteça de cima para baixo...Podem haver leis proibindo isso ou aquilo e as pessoas continuarem na prática de pecado. Creio que o avivamento vem de baixo para cima e a mudança ou estabelecimento de leis segundo os padrões de Deus serão conseqüência do que se passa numa sociedade em avivamento, que quer Deus mais do que querer mudança ou impedimento de legislação, clamo por mudança do coração” escreveu a cantora.
Após ler as mensagens de Ana Paula, Silas Malafaia revidou dizendo: “Qdo é pra defender seu nome, responde rapidamente. Qdo é pra defender o Reino de Deus, diz q ta viajando."



Fonte: Guia-me / Folha Gospel

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A Humildade


A humildade é preciosa aos olhos de Deus e revela que quem a possuir será mais e mais abençoado e agraciado com os Seus cuidados; ela conserva a alma na tranqüilidade e contentamento, mesmo em meio às dificuldades diárias e gera a paciência e resignação nos momentos mais difíceis possíveis// Pode-se defini-la como “um sentimento que leva a pessoa a reconhecer suas próprias limitações; modéstia; ausência de orgulho”// Fp 2.3 diz: “Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos”// Em Pv 18.12 está escrito: “Antes da ruína, gaba-se o coração do homem, e diante da honra vai a humildade”// A humildade é um sentimento de extrema importância no coração do homem que procura santificar-se, na realidade, sem esta evidência do caráter de Cristo, é impossível servir integralmente ao Eterno// Na palavra encontramos textos que a descreve como uma imposição de Deus: Tg 4.10 “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”// Lc 22.26 “Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve”// “E vocês, jovens, sejam obedientes aos mais velhos// Que todos prestem serviços uns aos outros com humildade, pois as Escrituras Sagradas dizem: ’Deus é contra os orgulhosos, mas é bondoso com os humildes!’ Portanto, sejam humildes debaixo da poderosa mão de Deus para que ele os honre no tempo certo”. 1Pe 5.5,6; etc.//

Para desempenharmos o serviço do Senhor é imperativo que haja este sentimento no coração (“O SENHOR já nos mostrou o que é bom, ele já disse o que exige de nós//

Miqueias 6.8: “O que ele quer é que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e que vivamos em humilde obediência ao nosso Deus”// Ao observarmos esta orientação, somos agraciados com os cuidados do Pai (Sl 138.6 “O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes”// E “Eu mesmo fiz o céu e a terra, e todas as coisas são minhas// Mas eu cuido dos pobres e dos arrependidos, dos que me temem e obedecem às minhas leis”, Is 66.2; esta relação de intimidade, faz o nosso coração transbordar com a Sua presença (“Pois o Altíssimo, o Santo Deus, o Deus que vive para sempre, diz: “Eu moro num lugar alto e sagrado, mas moro também com os humildes e os aflitos, para dar esperança aos humildes e aos aflitos, novas forças”. Is 57.15)//

É a nossa obrigação, como filhos de Deus, procurarmos a humildade e nos revestirmos com ela (“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade// Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem// Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição”. Cl 3.12-14), para que a vejam em nossos passos e ações (“Por isso eu, que estou preso porque sirvo o Senhor Jesus Cristo, peço a vocês que vivam de uma maneira que esteja de acordo com o que Deus quis quando chamou vocês// Sejam sempre humildes, bem educados e pacientes, suportando uns aos outros com amor”. Ef 4.1,2). E glorifiquem ao Senhor// Na Bíblia encontramos uma série de homens que são mostrados como exemplos da verdadeira humildade. Alguns:

1- Cristo: “Sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso”. Mt 11.29;

2- Abraão: “Abraão voltou a dizer: —Perdoa o meu atrevimento de continuar falando contigo, pois tu és o Senhor, e eu sou um simples mortal”. Gn 18.27;

3- Jacó: “Eu, teu servo, não mereço toda a bondade e fidelidade com que me tens tratado”. Gn 32.10;

4- Davi: “O rei Davi entrou na Tenda Sagrada, sentou-se e orou assim: —Ó SENHOR, meu Deus, eu não mereço tudo o que fizeste por mim no passado, e a minha família também não merece”. 2Sm 7.18;

5- Paulo: “O ensinamento verdadeiro e que deve ser crido e aceito de todo o coração é este: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior”. 1Tm 1.15; etc.

Foram servos que não se preocuparam com a própria vida, antes, o seu prazer estava exclusivamente no Senhor e deixava-se mover pelo Espírito Santo, reconhecendo que nada eram e que tudo provinha do Eterno// Hoje, nos deparamos com uma triste verdade, são raras as exceções, a falta de humildade tem entrado e se fincado raízes nos corações, uma situação que contradiz claramente as ordenanças do Senhor Deus// As palavras de Cristo dizem: (Lc 22.26 “Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve”, não reflete na prática o posicionamento de alguns que foram agraciados e tornaram-se conhecidos entre os irmãos//

- Música: Com certeza é um dom de Deus, e quando entoada com santidade sobe como aroma agradável diante do Trono// Mas, é uma das áreas mais atacadas pela falta de humildade// A fama e a honra que deveriam ser direcionadas ao Senhor são tomadas para a vida pessoal e os frutos desta desvirtuação é o “estrelismo”// As ações visam exclusivamente o ego, e o retorno financeiro// Algumas destas estrelas chegam a fazer imposições absurdas aos “contratantes”//

- Líderes Famosos: É comum vermos líderes famosos se vangloriando de suas ações, colocam-se em posição de autoridades e donos da verdade// Colocando o Senhor Deus como um coadjuvante de si//

- Igreja Local: A arrogância é vista em muitos que exercem cargos, que tomam para sim a honra que pertence exclusivamente a Deus//

- Riquesas: A prosperidade não é um pecado; o erro está em colocar a riqueza como um diferencial na vida com os irmãos; formando blocos de ricos e pobres//

O amor ao próximo é destruído pela falta de humildade// O Senhor tem abençoado e muitos são prósperos profissionalmente// É preciso cuidado para que as bênçãos dadas por Deus não estejam sendo usadas de forma errônea, para satisfazer a carne e o ego (compra de objetos desnecessários e gasto com vestuários)// O conceito que tudo pertence ao Senhor é real; é dever administrar bem os recursos financeiros dados por Deus e usá-los para abençoar uns aos outros//

- Pobresa: Há muitos que não dispõe de recursos, até mesmo para a manutenção do lar, no entanto, não são humildes o suficiente para revelar a situação e aceitar a ajuda// É pecado!

- Cultos: A formação intelectual é ótima para a vida na terra, no entanto, não tem a menor utilidade para a vida espiritual; mas, há uma espécie de separação// É a humildade que partiu! O que importa mesmo é conhecer o Senhor e vivenciá-Lo//

- A Juventude: O diabo tem plantado na cabeça de muitos jovens cristãos a ideia rebeldia// Não são humildes para ouvir os enviados do Senhor e andam segundo os seus entendimentos//

A humildade é um sentimento que deve tomar todo o nosso ser, fazendo-nos reconhecer que nada somos e que tudo quanto façamos seja para a exclusiva honra e glória do Senhor Deus// Que o exemplo de Cristo Jesus seja observado e que possamos lavar os pés uns dos outros// Sigamos o exemplo de Jesus que (“Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha”. Jo 13.5)